terça-feira, 27 de abril de 2010

Foto destaque: à procura de moradia

Ontem(26), fui abordado por dona Raimunda Maia, uma mãe de 23 anos e 5 filhos. Ela estava à procura de um lugar para alugar, não tem moradia. Citou-me que mora numa casa emprestada. "As casas que vão dá, só vão dar pra quem tem terreno, nóis não tem", contou-me.

É preciso analisar melhor esse convênio da construção dessas casas populares. Muitas especulações já surgiram a respeito, inclusive que estão sendo direcionadas a apadrinhados de políticos locais. Comenta-se de que a lista possui pessoas não tão necessitadas.

Uma das cláusulas do convênio não seria, a contra-partida da Prefeitura com o terreno e casa para pessoas carentes? Os órgãos fiscalizadores desses recursos devem acompanhar de perto, não é pouco dinheiro pelo que se ouve falar, de repente, todo o dinheiro pode não servir ao seu fim primeiro.

Parece já está havendo intrigas por isso. Nada confirmado, mas discussões um tanto "calientes" isso sei que já aconteceu e talvez aconteçam muito mais.

Como dito antes, é bom uma fiscalização rígida nas cláusulas do contrato e na análise justa dos beneficiados. Manoel Urbano, não pode perder tão grande benefício, afinal de contas, faz muito tempo que não temos esse tipo de investimento social no municipio.


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